O Poder do Hábito é um excelente  livro que, através das poderosas histórias retratadas pelo autor, o Jornalista Charles Duhigg; nos faz querer desconstruir os hábitos ruins para criar bons e novos hábitos saudáveis.

Fiz um pequeno resumo sobre o livro, afinal de contas existem milhares de pessoas que já escreveram acerca deste best seller. O intuito desse post é falar um pouco sobre como o autor me ajudou a reorganizar os hábitos e até mesmo construir novos hábitos.

 “Toda a nossa vida, na medida em que tem forma definida, não é nada além de uma massa de hábitos”. (William James)

Em síntese, o hábito é formado a partir de 3 elementos que é chamado de Loop do Hábito:

I – Deixa;
II – Rotina;
III – Recompensa.

Como define Duhigg,  a Deixa é “um estímulo que manda seu cérebro entrar em modo automático, e indica qual hábito ele deve usar”; ou seja, é aquilo que desperta uma dica para que o circuito do hábito possa iniciar, podendo ser um lembrete no celular para realizar tal atividade ou qualquer que seja o seu hábito.

A Rotina nada mais é que a repetição, quase que idêntica do dia-a-dia, ou seja, ela está ligada ao nosso comportamento automático das coisas, como, por exemplo: colocar o cinto de segurança ao entrar no carro, escovar os dentes após as refeições etc.

E, por fim,  existe a Recompensa, que permite ao cérebro associar a Deixa e Rotina em algo agradável e positivo. A pessoa, no início, pode nem se dar conta de que há uma terceira parte no hábito que, pode sim, ser positivo, agradável e interessante a ele. Por experiência própria: se você deixa de aceitar os biscoitos e chocolates dos colegas de trabalho, é provável que você nem note, mas no final do mês, você melhorou a sua saúde e conseguiu perder alguns quilos; mas note, seus colegas de trabalho continuam no mesmo local e você pode socializar da mesma forma só que ao invés do biscoito, você pode substituir por algum outro alimento, mas que seja saudável e o ajude no seu bem-estar.

Ora, a recompensa era a mesma, se alimentar e se distrair  um pouco, mas com um pequeno esforço, consegui habituar a rotina para não comer mais os biscoitos, mas sim as castanhas de cajú e chá. Foi a partir daí que percebi como os hábitos se formam e como eles nos  influenciam, seja para lado posito ou negativo.

 “Pense no fast-food, por exemplo. Faz sentido — quando as crianças estão morrendo de fome e você está dirigindo para casa depois de um longo dia — parar, só esta vez, no McDonald’s ou no Burger King. As refeições não são caras. O sabor é tão bom. Afinal, uma única dose de carne processada, batatas fritas salgadas e refrigerante cheio de açúcar representa um risco relativamente pequeno para a saúde, certo? Você não faz isso o tempo todo.

Porém os hábitos surgem sem a nossa permissão. Estudos indicam que em geral as famílias não pretendem comer fast-food regularmente. O que acontece é um padrão uma vez por mês lentamente se torna um vez por semana, e então duas vezes por semana — conforme as deixas a recompensas criam um hábito  —  até que as crianças estão consumindo uma quantidade de hambúrgueres e fritas que é prejudicial à saúde.

De fato, o grande vilão da história, será o velho hábito, aquele que tentamos mascarar o tempo todo e que achamos não ser possível modificá-lo. Por isso,  é preciso  saber como é realizado a composição do hábito:

1. Deixa2. Rotina3. Recompensa
Principais características:

  • Localização;
  • Horário;
  • Estado emocional;
  • Outras pessoas;
  • Ações anteriores .

Estímulo para o cérebro.

Sequências de atividades:

  • Físicas;
  • Intelectuais;
  • Emocionais.
  • Indica se vale a pena ser repetido;
  • Expectativa sobre o planejado.

“Transformar um hábito não é necessariamente fácil nem rápido. Nem sempre é simples. Mas é possível. E agora entendemos como.” Charles Duhigg.

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Estou com o Kindle há cerca de três meses e gostaria de compartilhar como ele mudou, não só meu, mas do meu marido e amigos, que voltaram ao hábito de ler.

Uma de minhas metas para 2017 era voltar a ler e, principalmente, ler todos os livros que eu não consegui finalizar no ano passado. As dúvidas foram inúmeras, afinal, eu nunca possui um e-reader; no entanto, a todo momento eu pensava a respeito e repetia pra mim mesma: preciso comprar um e-reader, mas qual?

De início fiquei em dúvida entre o Kindle e Kobo, por isso busquei ajuda e conversei com amigos que já possuem esses dois modelos de e-readers. Por unanimidade, recebi indicações boas do Kindle Paperwhite da Amazon. Era apenas a cereja do bolo que faltava para eu realizar a compra e, assim o fiz ao chegar em casa. Efetuei a compra no site da Magazine Luiza (estava mais barato por lá).

Depois de três longas semanas aguardando, eis que o grande dia chegou e simplesmente estou amando! É muito bom ter a praticidade de levar seus livros pra qualquer lugar sem ter que se preocupar com peso na bolsa e sem falar no preço dos livros e-books que são cerca de 40% mais baratos que os livros físicos. Você também tem a opção de assinar mensalmente o plano do Kindle Unlimited, que te dá acesso ilimitado a milhares de eBooks para ler à vontade. É sempre bom verificar se vale a pena realizar a assinatura. Se você lê bastante, então vale sim, assinar o plano. Já no meu caso, ainda estou analisando a possibilidade.

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